quinta-feira, 24 de maio de 2012

Millennium BCP - RESPONSABILIDADE SOCIAL

A estratégia do Millennium bcp tem sido a de promover uma cultura de responsabilidade social, desenvolvendo acções para e com vários grupos de Stakeholders com o objectivo de, directa ou indirectamente, contribuir para o desenvolvimento social dos países em que opera, dividindo a intervenção do Banco nas dimensões:
  • Envolvimento com a comunidade externa e com a comunidade interna (Colaboradores);
  • Oferta de produtos e serviços que incorporam princípios sociais e ambientais;
  • Partilha dos princípios de sustentabilidade.
Comunidade Interna Promover um maior equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal dos Colaboradores.
Comunidade Externa Envolvimento com o objectivo de promover a melhoria da qualidade de vida da comunidade.
Gestão Ambiental O Millennium bcp encara a gestão dos aspectos ambientais como uma responsabilidade transversal a todo o Banco.
Princípios de Referência O Millennium bcp é subscritor de princípios de referência no âmbito do desenvolvimento sustentável.
Fornecedores Partilha de valores de sustentabilidade com os Fornecedores.
Produtos e Serviços Socioambientais O Millennium bcp disponibiliza produtos e serviços que incorporam preocupações sociais e ambientais.

terça-feira, 22 de maio de 2012

SORRISO SAUDÁVEL NUM CONTEXTO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

LIBERTY SEGUROS ASSOCIA-SE A CONCERTO "SOLIDÁRIOS ATÉ À MEDULA"
RESPONSABILIDADE SOCIAL
18 ABRIL 2012

No âmbito do seu plano de responsabilidade social, a Liberty Seguros será patrocinadora do concerto "Solidários até à Medula".

No espaço de 10 anos, o registo nacional de dadores de medula óssea passou de último lugar nos rankings mundial e europeu para o lugar de 2º maior registo da Europa e 3º maior registo do mundo, por milhão de habitantes.

Este é fruto do trabalho desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) com a qual a RTP desenvolveu uma parceria em prol de uma causa tão nobre como o combate a esta doença que regista todos os anos cerca de 1000 novos casos no nosso país.

Desta parceria resulta uma emissão especial, em direto na RTP1, no dia 19 de abril com a designação “Solidários Até à Medula”. Entre as 10h00 e as 19h00, o programa é conduzido por Tania Ribas de Oliveira e João Baião. A partir do Parque das Nações, e ao longo de 9 horas, esta operação contará com a presença de vários convidados, desde médicos especialistas no tratamento de leucemia, investigadores, dadores de medula e doentes.

Esta iniciativa culmina com a transmissão em direto do Pavilhão Atlântico do Concerto “Primavera da Vida”, apresentado por Catarina Furtado, a partir das 21h30, com nomes grandes da música: Camané, Luís Represas, Rui Veloso, João Gil, Carminho. Boss AC, Nancy Vieira e Paulo Flores, acompanhados pela Orquestra Filarmonia das Beiras. A receita desta operação reverte integralmente para APCL.

“Solidários até à Medula” e “Primavera da Vida” tem por objetivo a sensibilização e o apelo para a doação de medula óssea, fundamental no combate à Leucemia.

http://www.libertyseguros.pt/Announcements.aspx?tabId=100&ItemID=1450

terça-feira, 15 de maio de 2012

QUOTES ABOUT RS


A responsabilidade social e a preservação ambiental significa um compromisso com a vida.
João Bosco da Silva

Quando a Responsabilidade e o Respeito forem matéria dos currículos escolares nossa sociedade terá um crescimento exponencial.
Alvaro Granha Loregian

Responsabilidade e Respeito são os maiores pilares de uma Sociedade.
Alvaro Granha Loregian
"O respeito aos direitos humanos nas Companhias deve ir além da responsabilidade social".(Filgueiras)-Educação e Sustentatabilidade.
Bindes, Fá - Respeitando

Responsabilidade e Respeito serão as novas ordens sociais do futuro.
Alvaro Granha Loregian

A Sociedade do Futuro será sustentada por dois pilares: Responsabilidade e Respeito. Nenhuma Constituição, nenhum Código, nenhuma Lei ou Regra precisará existir se esses pilares forem assumidos. Responsabilidade é o atendimento daquilo que esperam do papel que você assumiu. Respeito é não ultrapassar os seus limites e aceitar os dos outros.

COMUNICAR COM ARTE

"Comunicar com Arte é Comunicar comSabedoria"

SM

RESPONSABILIDADE SOCIAL E EMPRESARIAL

O grupo Europa Ar-Lindo tem uma política de responsabilidade social baseada em estratégias de sustentabilidade que contemplam a preocupação com o bem-estar colectivo e com os efeitos sociais e ambientais da sua actividade. Desta forma, tem vindo a realizar práticas de apoio aos vários agentes socais que se relacionam com a empresa, quer sejam colaboradores, fornecedores, consumidores/clientes, comunidade e sociedade em geral.

IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
Com o intuito de desenvolver práticas socialmente responsáveis, e contribuir para uma sociedade mais segura, mais justa, mais amiga do ambiente, mais competitiva e mais sustentável, que permita proteger e promover as gerações futuras, a administração da Construções Europa Ar-Lindo, SA, decidiu implementar o Sistema de Responsabilidade Social, de acordo com a NP 4469-1/2008.
Neste âmbito, e após consulta realizada às partes interessadas internas e a algumas externas, a Construções Europa Ar-Lindo, SA designou os Valores da Responsabilidade Social.
Valores Responsabilidade Social:
  • Desenvolver uma política de sustentabilidade através da interacção e comunicação com a sociedade, promovendo relações duradouras e assumindo um compromisso com as gerações futuras.
  • Proporcionar o desenvolvimento das capacidades, da criatividade e da competitividade dos colaboradores.
  • Respeitar a igualdade de oportunidades, mas também as diferenças culturais e os valores individuais, promovendo o diálogo com todas as partes.
  • Proporcionar segurança e saúde, minimizando os riscos e doenças profissionais que permitem optimizar as condições de trabalho.
  • Procurar a satisfação dos clientes e a melhoria da qualidade de vida dos colaboradores, respeitando o meio ambiente e o desenvolvimento de comportamentos éticos e transparentes.
  • Desafiar a mudança e procurar o crescimento organizacional através da implementação de melhorias contínuas e de inovações, desenvolvendo a competitividade empresarial.
  • Promover a preservação do meio ambiente, sensibilizando para a utilização eficaz e responsável dos recursos disponíveis.
Princípios de Responsabilidade Social
Os princípios da Responsabilidade Social que orientam a empresa na definição das suas estratégias, políticas e processos, são os seguintes:
  • respeito pelas convenções e declarações reconhecidas internacionalmente;
  • cumprimento da lei e dos regulamentos aplicáveis;
  • reconhecimento dos aspectos da responsabilidade social da organização, tendo em conta todo o ciclo de vida dos produtos;
  • reconhecimento do direito das partes interessadas em serem ouvidas e o dever de reagir por parte da organização;
  • adoção de diálogos e comportamentos construtivos, transparentes e abertos com as partes interessadas, assumindo uma conduta ética que permita gerar valor empresarial;
  • minimizar os impactos ambientais que possam decorrer da nossa atividade, garantindo a prevenção da poluição;
  • contenção dos custos e utilização mais racional dos recursos para combater desperdícios;
  • apoio ao desenvolvimento das populações e da comunidade em geral e promoção do desenvolvimento sustentável;
  • integração dos aspetos da responsabilidade social nos sistemas de gestão da organização e no seu processo de tomada de decisão;
  • adoção do princípio da precaução;
  • responsabilização pelas acções e omissões da organização face às legítimas preocupações das partes interessadas;
  • não-regressão – promover a melhoria contínua, não reduzindo os níveis de desempenho em Responsabilidade Social alcançados pela empresa.
Partes Interessadas Significativas Construções Europa Ar-Lindo, SA
A Construções Europa Ar-Lindo, SA considera as suas partes interessadas significativas as seguintes:
  • INTERNAS:
  • Colaboradores
  • Accionistas
  • Participadas (c/ capacidade de gestão)
  • EXTERNAS:
  • Clientes
  • Fornecedores designados
  • Família dos Colaboradores
  • AICCOPN
  • Ordem Engenheiros e Ordem Engenheiros Técnicos
  • Universidades/Instituições de Ensino
  • Estado
  • Ambiente
  • INCI
  • Instituições Financeiras
  • Seguradoras
  • Órgãos de Comunicação Social
  • Comunidade em Geral
Aspectos de Responsabilidade Social
Como Aspectos de Responsabilidade Social, a Construções Europa Ar-Lindo, SA designou os seguintes:
  • Transparência e carácter ético das actividades
  • Informação, consulta e participação das partes interessadas
  • Relações com os fornecedores
  • Relações com os clientes/consumidores
  • Direitos económicos, sociais e culturais
  • Igualdade de oportunidade
  • Práticas Laborais
  • Saúde, Higiene e Segurança do Trabalho
  • Formação profissional e valorização de recursos humanos
  • Ambiente
  • Cadeia de Valor
  • Inovação
  • Relações de Venda e Pós-Venda
  • Desenvolvimento da sociedade
Objectivos de Responsabilidade Social para 2011:
  • Promover apoio à comunidade local através do desenvolvimento de acções de voluntariado. INDICADOR: - Nº de acções de voluntariado/solidariedade (≥ 2/ano)
  • Melhorar a satisfação dos colaboradores. INDICADOR: - % de colaboradores satisfeitos (≥ 70%)
  • Promover a educação e o primeiro contacto com o mercado de trabalho. INDICADOR: - Nº estágios desenvolvidos na empresa. (≥ 2/ano)
  • Melhorar as Práticas Laborais INDICADOR: - % de contratos renovados após o seu termo (≥80%)
Outras Actividades de Responsabilidade Social previstas (2011/2012)
  • Organizar o “Dia Aberto” da empresa.
  • Promover acções de conciliação da actividade profissional dos colaboradores com a vida pessoal/familiar.
  • Desenvolver boas práticas de saúde para os colaboradores.
  • Envolver a empresa em actividades culturais.
http://www.ar-lindo.pt/pt/empresa-e-sociedade.html

terça-feira, 8 de maio de 2012

RESPONSABILIDADE SOCIAL - PRÉMIO A CONCURSO

Estão abertas até o dia 13 de maio as inscrições para a 8ª edição do Prêmio Empreendedor Social, realizado Fundação Schwab e pela Folha de S.Paulo. O objetivo da iniciativa é valorizar e apoiar líderes de cooperativas, negócios sociais, ONGs e pessoas físicas que atuam há pelo menos três anos em ações pioneiras, sustentáveis e de impacto social direto, com elevado potencial de influenciar políticas públicas.
O prêmio, realizado no Brasil desde 2005, é promovido em outros 13 países de cinco regiões: nações da África, Oriente Médio, América Latina, Europa e Ásia. O vencedor terá acesso a potenciais patrocinadores internacionais e a programas exclusivos, entre os quais cursos de ensino executivo e/ou voltados ao empreendedorismo socioambiental no Insead (França), Universidade Harvard (EUA) e Universidade Stanford (EUA).
A premiação prevê também para o melhor projeto consultoria jurídica do escritório de advocacia especializado em terceiro setor, bolsa de estudos para curso de extensão OEMP (Owners & Entrepreneurs Management Program) do IE Business School, em Madri, entre outros benefícios.
Em entrevista exclusiva para o Responsabilidade Social.com, a diretora-executiva da fundação no país, Mirjam Schoening, fala sobre a iniciativa e avalia o empreendeorismo social brasileiro. Ela também aponta os principais avanços do Brasil nesse setor e aponta os desafios brasileiros na área. Acompanhe.
1) Responsabilidade Social - A Fundação Schwab lançou em parceria com a Folha de São Paulo a oitava edição do Prêmio Empreendedor Social. Como a senhora avalia o empreendedorismo social no país?
Mirjam Schoening
- O empreendedorismo social é um campo novo, mas com uma longa tradição no Brasil. Em 2000, quando a Fundação Schwab conduziu uma pesquisa global sobre empreendedores sociais, encontramos um número significativo de iniciativas sociais inovadoras no Brasil. Em nosso primeiro grupo de 40 empreendedores sociais, mais da metade veio do Brasil, Índia ou Estados Unidos. Isso se relaciona ao fato de que um dos primeiros escritórios da Ashoka foi aberto no Brasil, anos antes desse conceito se tornar conhecido em outros lugares.
Desde que lançamos o Prêmio Empreendedor Social, em parceria com a Folha, em 2005, nós temos tido centenas de candidatos por ano. O número de inscritos é sempre bem acima de qualquer outro país do mundo, que realiza o concurso, incluindo a Índia!
2) RS - Quais os principais avanços do país nessa área ao longo desse período e quais os retrocessos?
MS
- Desde o primeiro prêmio em 2005, notamos a diversificação dos candidatos em diferentes setores. A Folha também percebeu que havia jovens empreendedores sociais com grande potencial, que se inscreviam no Prêmio Empreendedor Social, mas que ainda não estavam maduros o suficiente para concorrer nessa modalidade, porém mereciam ser reconhecidos. Assim, foi criada a premiação Folha Empreendedor Social de Futuro, para fornecer à próxima geração modelos palpáveis e a chance de, eventualmente, iniciarem sua própria empresa social.
3) RS - Na sua opinião, o Brasil dispõe de mecanismos eficientes para estimular a realização de projetos sociais inovadores? Por quê?
MS
- O Brasil tem uma população muito criativa e empreendedora. Isso é um ingrediente chave para se ter um vibrante setor de empreendedorismo social. Além disso, os empreendimentos sociais, muito em breve, precisarão de acesso a financiamento. Atualmente, há um grande número de empresas engajadas e de fundações que costumam fazer doações voltadas ao empreendedorismo social. Alguns dos mais antigos investidores sociais, como Vox Capital e Artemisia também estão provendo os próximos estágios de capital para os negócios sociais mais orientados ao lucro que estão buscando expandir suas atividades.

4) RS - Quais são os desafios do Brasil nessa área e qual o papel da Fundação Schwab nesse contexto?
MS
- Ser inovador não é suficiente para ser um empreendedor social. Você tem de correr e, primeiramente, registrar sua organização. Nessa área, o Brasil é um dos mercados mais desafiadores do globo, como indica o seu baixo posicionamento no relatório “Doing Business”.
Também há restrições legais às empresas sociais que geram receitas e conseguem recursos por seus produtos e serviços. Aqui, na Suíça, ou na Fundação Schwab, há uma série de regulamentações e estruturas fiscais interessantes que estão sendo experimentadas ao redor do planeta. A Fundação Schwab reúne especialistas do campo do empreendedorismo social e investimento de impacto para oferecer um catálogo de melhores práticas que governos podem adotar para promover o campo do empreendedorismo social em seus países. Nós trabalhamos com um grupo de 200 líderes sociais - são os vencedores do Prêmio Empreendedor Social ao redor do mundo, para desenvolver essas melhores práticas de acesso a investimentos, estruturas de governança e ações regulatórias.
5) RS - Quais são as suas expectativas para a oitava edição da premiação?
MS
- Esperamos ter sobre modelos inovadores que já tenham sido capazes de causar impacto significativo em questões sociais ou ambientais no Brasil. Isso poderia ser em qualquer área, como de acesso à energia, água, habitação, saneamento básico, finanças ou no campo da saúde e da educação. Espero também ver um aumento de organizações que garantem sua sustentabilidade financeira por meio da venda de produtos e de serviços. Estamos ansiosos ainda para trazer o vencedor para a comunidade global da Fundação Schwab e do Fórum Econômico Mundial.
6) RS - Qual o seu entendimento pelo conceito responsabilidade social?
MS
- A responsabilidade social não deve estar limitada a um pequeno grupo de uma empresa ou a uma fundação independente, mas permear toda a organização. Ela é uma estratégia inteligente, se envolver parcerias – cada vez mais, constatamos que as parcerias com empreendedores sociais são uma maneira eficaz para concretizar o compromisso social de uma empresa ou de uma família.

Mirjam Schoening avalia o empreendeorismo social brasileiro

sábado, 5 de maio de 2012

O QUE VOCE QUER SER QUANDO FOR GRANDE ...

"RESPONSABILIDADE SOCIAL É SER ANTES DE QUERER E QUERER PARA SER" SM

7ª Edição SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

A 7ª edição da SRS, a decorrer entre os dias 7 e 11 de maio de 2012, tem como tema central a "Mudança e Inovação Para Novos Estilos de Vida".
Num contexto de rápida mudança muitos são os desafios que se colocam às empresas e organizações em geral. O ajuste da sociedade a um novo contexto implicará a adoção de novos estilos de vida das pessoas, que poderão criar oportunidades para servir melhor, criar emprego, gerar negócios, entrar em novos mercados, mas que, se ignorados, poderão ser uma forte ameaça.

Objetivos da SRS

  • Promover o debate e a reflexão em torno da temática da Responsabilidade Social;
  • Promover o diálogo multi-stakeholder;
  • Informar sobre as iniciativas e o desenvolvimento dos trabalhos nacionais e internacionais neste domínio;
  • Sensibilizar as organizações para a necessidade e as vantagens de integrar a Responsabilidade Social no seu seio.



https://www.facebook.com/events/208498029256652/

sexta-feira, 4 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

COCA-COLA FIXA SEUS OBJETIVOS de responsabilidade social para 2020

Estes compromissos incluem a redução de emissão de CO2 em uns 15%, e a minimização do seu consumo de agua, assim como o incremento de uso de materiais recicláveis, reutilizáveis e renováveis em suas garrafas e a reciclagem da totalidade dos mesmos.

Também contemplam a melhora da informação ao consumidor sobre a composição de seus refrescos, e no âmbito de trabalho, a promoção da inclusão e a diversidade em sua planilha.

Coca-Cola publicou o seu informe global de responsabilidade social corporativa correspondente a 2008, onde fixou seus objetivos que pretende cumprir em 2020 no marco da sua estrategia “Commitment 2020″, segundo informa a pagina de sua companhia.

E quanto a suas conquistas em matéria de responsabilidade social, Coca-Cola cita em seu informe correspondente a 2008, a redução em um 58% das calorias dos refrescos que distribuem nos colégios.


No que se refere ao meio-ambiente a empresa diminui sua emissão de CO2 em âmbito mundial, e por países, fizeram nos Estados Unidos,Canada, e Europa Ocidental, o que tem lhe permitido uma redução do uso de energia de 7% entre 2006 e 2008.


Além disso a empresa conseguiu economizar 301 milhões de litros de agua mediante iniciativas para um uso mais eficiente deste recurso, e reutilizou 125.000 toneladas métricas de matérias de suas garrafas através de seus programas internos de reciclagem.

GALP E RESPONSABILIDADE SOCIAL

A Galp Energia, ciente do seu papel e responsabilidade sociais, tem vindo a desenvolver no decurso dos anos uma actividade mecenática intensa, através do apoio a vários projectos de cariz social, cultural, desportivo e solidário.


Tendo em vista a promoção de actividades de cariz social e ambiental nas comunidades em que se insere, a Galp Energia desenvolve iniciativas nos diversos países em que está presente, nomeadamente em África, na América do Sul e na Ásia. Em Moçambique e no Brasil prosseguiu a produção experimental de jatropha pelas populações locais para produção de biodiesel ambientalmente certificado.



Tendo eleito a mobilidade sustentável como uma das principais áreas de intervenção social em 2009, a Galp Energia lançou, em Março, a rede GalpShare, uma rede social para facilitar a partilha do automóvel por pessoas com itinerários e horários semelhantes. Esta rede contava no final do ano com mais de 14 mil inscrições.

EMPRESAS UTILIZAM O FACEBOOK PARA RESPONSABILIDADE SOCIAL

Empresas utilizam o Facebook para Responsabilidade Social
A PepsiCo lançou uma aplicação para encorajar os consumidores de Pepsi e seus amigos do Facebook, a reciclar as garrafas e latas consumidas.

A aplicação no Facebook permite que os usuários criem garrafas e latas virtuais que podem ser compartilhadas com os amigos para sua reciclagem.

Este tipo de ação está relacionada aos esforços de reciclagem da Pepsico no mundo real.

Esta é apenas uma referência de como a plataforma do Facebook é perfeita como canal de divulgação e engajamento de campanhas de responsabilidade social.

MENINA CALA O MUNDO

quarta-feira, 18 de abril de 2012

POUPAR UMA PREOCUPAÇÃO DA EDP


EDP vai oferecer 1 milhão de lâmpadas economizadoras

EDP vai oferecer 1 milhão de lâmpadas economizadoras

A EDP prepara-se para oferecer um milhão de lâmpadas económicas a instituições de solidariedade social portuguesas e às famílias apoiadas por estas instituições.
A iniciativa faz parte do programa Eco EDP, está a ser desenvolvida em parceria com a Fundação EDP e Entrajuda e será financiada pelo Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, aprovado pela ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos).
Do milhão de lâmpadas oferecidas, 40 serão distribuídas às instituições de solidariedade social e quatro chegarão às casas das famílias. O objectivo passa por sensibilizar a população para a eficiência energética, numa altura em que a factura da electricidade atinge níveis historicamente altos e parece não ficar por aqui.
As lâmpadas economizadoras agora distribuídas consomem menos 80% de energia que as incandescentes e podem durar até oito vezes mais, dependendo da sua qualidade, claro.
Segundo a EDP, esta acção irá poupar €34 milhões (R$81 milhões) de custos energéticos, mais de 22 mil toneladas de CO2 e o equivalente à energia consumida por 93 mil famílias.





http://www.greensavers.pt/2012/04/12/edp-vai-oferecer-1-milhao-de-lampadas-economizadoras/

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Responabilidade Social é muito mais do que palavras e escrita

Responsabilidade Social muitas vezes está no silêncio no olhar e nas atitudes

É um todo que se complementa com a oralidade e as acções

Responsabilidade social é um meio de fazer chegar aos Demais o aprendizado, a mudança, a tomada de consciência o Ser o Todo o Dentro num contexto Global onde cada individuo está inserido

Sandra Marques
Este é um projecto de Responsabilidade Social no Seio de um Universo global onde diversas Empresas dão o seu apoio na Inclusão social.,

Tais como:
Emel
NAV
Revista Pais e Filhos
Juve Media 23
Lisboa Dança


http://pt-br.facebook.com/pages/Projecto-Chuva-de-AMOR/211143568909183

Porque além de ACREDITAR a ATITUDE faz a DIFERENÇA

sexta-feira, 13 de abril de 2012

RESPONSABILIDADE SOCIAL

O peso da responsabilidade social corporativa para a reputação da empresa

Quando alguém adquire seu produto, e não o da concorrência, você sabe o que o levou a tomar essa decisão? Será que foi o preço? A qualidade? Ou será que foi isso a que chamam de reputação? Talvez, para a maioria das empresas, seja a somatória de tudo isso. Nos últimos anos, fatores como meio ambiente, o tratamento dispensado aos empregados, o bom serviço prestado pelos fornecedores e o engajamento em ações sociais passaram a fazer parte da estratégia das empresas, que consideram tais atividades essenciais para atrair os consumidores. Contudo, de acordo com o estudo Percepção da responsabilidade social corporativa: uma análise transcultural, muitas vezes a reputação da empresa não influi na decisão de compra do consumidor.

A globalização e a Internet converteram-se em vitrine onde os segredos das empresas são facilmente expostos. Essa situação, aliada a manifestações como a defesa do meio ambiente e à atuação das ONGs (Organizações Não-Governamentais), desencadearam uma preocupação crescente com os intangíveis das empresas, que hoje procuram abrigo sob o manto da reputação social corporativa.

As professoras Marta Maria de la Cuesta e Carmen Valor definem a responsabilidade social como “o reconhecimento, e a integração às operações das empresas, das preocupações sociais e ambientais, dando lugar a práticas empresariais que satisfazem essas preocupações e plasmam a relação que essas instituições mantêm com seus interlocutores”. Para os professores Enrique Bigné e Luisa Andreu, do Departamento de Comercialização e Pesquisa de Mercado da Universidade de Valência (Espanha); Rubén Chumpitaz, da escola de negócios IESEG (França); e Valerie Swaen, da Universidade Católica de Lovaina (Bélgica), o que se verifica é uma reviravolta que tira o foco do shareholder (acionista) e o lança sobre o stakeholder.

“De acordo com a filosofia da Responsabilidade Social Corporativa (RSC), a geração de valor para os diferentes grupos de interesse que cooperam para com a atividade empresarial (os stakeholders) redunda em uma maior criação de valor para a sociedade”, garantem os professores no estudo Percepção da responsabilidade social corporativa: uma análise transcultural. Esta nova percepção deixa para trás a antiga “mensuração de resultados com base nas vendas, na participação de mercado e na satisfação do cliente” acrescentam.

Gigante de pés de barro
Diversas iniciativas vêm tomando forma à sombra dessa nova filosofia. Os princípios do Pacto Global das Nações Unidas, as Linhas Diretrizes para Empresas, da OCDE, ou mesmo o Global Reporting Initiative, começam a se incorporar ao DNA das corporações. As empresas já não se conformam em apresentar, ao final do exercício, apenas informações econômicas. Agora exibem também seu desempenho nas áreas de política de meio ambiente e ação social.

Contudo, os professores Bigné, Andreu, Swaen e Chumpitaz acreditam que essa revolução esqueceu-se de seu objetivo maior: o cliente. De fato, as pesquisas realizadas sobre o valor atribuído à RSC pelos consumidores mostram resultados diferenciados. De acordo com uma pesquisa da Market & Opinión Research, de 2000, 70% dos consumidores europeus disseram que o compromisso das empresas com ações socialmente responsáveis era determinante no momento em que adquiriam seus produtos. Todavia, um estudo dos professores Boulstridge e Marylyn Carrigan, realizado nesse mesmo ano, mostra que o preço, a qualidade e a familiaridade com a marca têm peso igual ao da RSC nas decisões de compra dos consumidores.

Essa discrepância fez com que os professores Bigné, Andreu, Swaen e Chumpitaz aprofundassem a pesquisa sobre a RSC da perspectiva dos clientes, e com enfoque transcultural, já que, segundo os autores, “o estudo das diferenças culturais tem hoje papel importante como variável explicativa do comportamento ético”.

Com base nessa perspectiva, os autores realizaram um estudo empírico entre jovens de quatro países diferentes: Espanha, Portugal, Chile e Argentina. “A pesquisa elegeu como público-alvo os estudantes universitários, porque são eles os futuros líderes sociais e empresariais, portanto esse universo pode proporcionar indícios do seu futuro comportamento. Além disso, são consumidores de produtos selecionados para o estudo, como tênis e desodorantes”, explicam os professores.

Em sua pesquisa, os autores procuraram identificar as características que os jovens consideram típicas da RSC, o modo pelo qual a influência da cultura e do país de origem afetam essa percepção, a influência dos valores pessoais e, por último, buscaram aferir também o grau de importância que os consumidores atribuem à RSC no ato da compra.

A conclusão não foi muito agradável. “A percepção das práticas empresariais socialmente responsáveis pendeu mais para o neutro”, observam. E acrescentam: “Este fato é ainda mais preocupante, na medida em que o segmento de consumidores analisado no estudo tem como característica uma maior sensibilidade em relação ao conhecimento e à abertura cultural. Além disso, eles serão os líderes de amanhã.”

O que a RSC significa para o consumidor?
Para o consumidor, a responsabilidade social corporativa limita-se, fundamentalmente, a atividades sociais e ambientais. “As atividades ambientais demandam investimentos em pesquisa e desenvolvimento, bem como a redução de desperdícios; já a dimensão social se circunscreve a práticas trabalhistas como, por exemplo, a inexistência de práticas discriminatórias no trato com os empregados, respeito aos direitos humanos nos países onde a empresa opera e distanciamento em relação àqueles que violam os direitos humanos; cooperação social, empenho para que haja uma melhora na qualidade de vida de todas as regiões onde a empresa atua e ajuda aos países em desenvolvimento”, explicam os autores. Por outro lado, a obtenção do maior número possível de vantagens e preços baixos não são aspectos que os consumidores costumam associar à RSC.

Quando essas variáveis são analisadas da perspectiva cultural de cada país, surgem as primeiras diferenças. Chilenos e argentinos, por exemplo, dão maior importância às práticas ambientais, diferentemente de espanhóis e portugueses, que se mostram mais críticos, característica que conservam também em relação à esfera econômica (geração de emprego, política de preços etc.). A exceção fica por conta da percepção da ação social das empresas como elemento importante de sua reputação, opinião que é compartilhada por todos os jovens.

Os autores se detiveram um pouco mais na dimensão cultural, avaliando esse fator com base em três planos distintos: o individual e o coletivo; o masculino e o feminino; baixa e alta aversão ao risco. “No plano individual, avalia-se até ponto as pessoas preferem agir como indivíduos, e não como membros do grupo, levando a cabo projetos independentes. Já no plano coletivo, os indivíduos são mais inclinados à conformidade, com um grau mais acentuado de comportamento afinado com o grupo e uma preocupação maior com a sobrevivência, daí o apego às normas sociais”, explicam os autores. Os jovens espanhóis são os mais individualistas de todos os entrevistados. Contudo, esse é um fator que influi apenas na percepção da responsabilidade social.

É na maior ou menor aversão ao risco que se verifica um diferencial mais acentuado. “Observa-se uma relação significativa entre a aversão à incerteza e a dimensão social. Em outras palavras, quanto menor a aversão à incerteza, tanto mais a percepção da RSC se dá na vertente social”, observam os autores, que identificaram os jovens argentinos e chilenos como os menos avessos ao risco.

Por fim, as sociedades masculinas, que enfatizam mais a riqueza, o sucesso e o materialismo, têm uma percepção menor da dimensão social, ambiental e econômica da RSC; ao passo que nas sociedades femininas, como a espanhola e a portuguesa, “há uma colaboração maior no sentido de preservar o meio ambiente”.

Dimensão pessoal
A essas diferenças culturais, devem-se somar os valores pessoais de cada um, já que os indivíduos avaliam a RSC com base em sua filosofia de vida particular. Contudo, na tentativa de esclarecer alguns parâmetros gerais, os autores analisaram as personalidades mais abertas ao diálogo, mais inclinadas a fazer contato com outras culturas, a ajudar os demais e cultivar uma vida intelectual estimulante; foram também analisadas as personalidades mais preocupadas com o sucesso e com fatores que se relacionam ao bem-estar, como uma vida afetiva bem-sucedida, respeito a certos princípios e boa saúde.

“A personalidade aberta e disposta ao diálogo é mais comum entre os jovens da Argentina e do Chile, em comparação com os da Espanha e Portugal. Além disso, esses jovens latino-americanos valorizam em maior medida a  busca do bem-estar pessoal comparativamente aos jovens dos países europeus. “Só se verificam diferenças na amostra colhida na Espanha e em Portugal no que diz respeito à busca pelo sucesso, sendo esta última mais significativa entre os jovens portugueses”, observam Bigné, Andreu, Swaen e Chumpitaz, que também identificaram uma afinidade significativa entre a personalidade aberta e as três dimensões da RSC; a busca pelo sucesso, por sua vez, é indiferente à RSC; já os jovens preocupados com o bem-estar social medem a reputação de uma empresa com base nas práticas socialmente responsáveis das organizações.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Apresentação

Bem Vindos

Sou Aluna do INP e frequento o Curso de Relações Públicas e Publicidade com o intuito de aplicar o conceito de relações públicas na área da comunicação num contexto de ética e responsabilidade social.

Este Blogue tem como missão espelhar o contexto da Responsabilidade Social e é nesta componente que o irei partilhar